Processo de Fabricação

As telhas PRISMALUX são produzidas pelo processo de injeção em matrizes de aço utilizando a resina plástica “Politereftalato de Etileno GLICOL (PET- G)” 100% VIRGEM. Para injeção de Telhas Translucidas e Cubas.

Aditivadas com uma carga de anti –UV para evitar o amarelamento, o objetivo é manter a máxima transparência durante um longo tempo, que é a finalidade principal do produto e também recebe uma carga de anti-chama para evitar a propagação de fogo ( segurança para o usuário).

Institucional

As macromoléculas de PET puro (o chamado homopolímero) constituem-se de repetições da molécula mais simples (mero) de tereftalato de etileno. Nos polímeros comerciais, 130 a 155 repetições desse mero constituem a macromolécula típica de PET.
O PET homopolímero cristaliza-se com facilidade, prejudicando a transparência do polímero. Para se evitar esse problema as condições de processamento têm de ser muito precisas, o que atrapalha a vida do transformador. Por isso, o PET homopolímero não é muito usado. Prefere-se usar copolímeros de PET, os quais se cristalizam mais lentamente, facilitando as condições de transformação para se obter um produto com boa transparência.
As macromoléculas dos copolímeros de PET contém outros meros além do tereftalato de etileno. Ou seja: no homopolímero a macromolécula é constituída pela repetição de um só mero (molécula simples), como se fosse um trem constituído de vagões idênticos. Já no copolímero a macromolécula é constituída pela repetição de mais de um mero, como se fosse um trem constituído por mais de um tipo de vagão.
Alguns copolímeros de PET apresentam macromoléculas formadas pela repetição de dois meros:
• ciclohexanodimetanol e ácido tereftálico;
• etilenoglicol e ácido isoftálico.
Eles estão distribuídos aleatóriamente ao longo da macromolécula, dificultando a cristalização do polímero e favorecendo sua transparência. Este tipo de copolímero é especialmente adequado para moldagem por injeção sob curtos tempos de ciclo, como peças em geral, pré-formas, garrafas com paredes espessas.
Outro copolímero, PET- G, inclui um glicol modificado em suas macromoléculas. Ele é amorfo (não-cristalino), quimicamente resistente e altamente transparente. Seu processamento é fácil. Normalmente ele é produzido na forma de chapas ou filmes extrudados, podendo ser termoformados, serrados, furados e estampados. A moldagem por injeção e extrusão mais sopro também são viáveis.
Fabricação de Telhas TRANSLUCIDAS quando utilizados na sua forma virgem, pois, perde propriedades de transparência e resistência na segunda injeção, neste caso é imprescindível aditivo apropriado anti-UV e anti-chama para garantir a integridade do produto.
Produção de garrafas e frascos por extrusão de parison mai sopro necessitam de resinas de PET com maior resistência mecânica do fundido (maior tempo de escoamento, ou seja, maior melt flow index).
Produção de insumos e componentes utilizados em telhados e afins ( telhas translucidas, etc), pois, o PET – G é o único que mantém as características de transparência e resistência mecânica. Aconselha-se utilizar aditivo apropriado anti-UV em função da exposição constante ao sol.
A produção de filmes e fitas de PET se faz através de extrusão utilizando-se matrizes com fendas; o extrudado passa então por rolos que lhe confere o formato final. Já a produção de fibras é feita através da extrusão do polímero fundido, sendo obtidos filamentos muito finos através de sua passagem por matrizes especiais (spinnerets). Esses filamentos são estirados, torcidos, enredados e plissados para se formar a fibra.
Algumas designações para o PET:
• RECICLADO : Menor resistência mecânica e perda significativa da transparência, somente pode ser utilizado em produtos de baixa exigência a essas propriedades: buchas, tapetes, tecidos e etc.
• OPET: PET orientado, ou seja, que foi estirado antes do sopro da garrafa. O estiramento promove maior grau de cristalização do polímero, aumentando sua resistência mecânica e propriedades de barreira.
• APET: PET amorfo, ou seja, sem orientação e de baixa cristalinidade. É menos resistente mecanicamente e apresenta propriedades de barreira um pouco inferiores aos do OPET, muito embora sejam satisfatórias para muitas aplicações. Por sua vez, apresenta alto brilho e transparência. Uma vez que pode ser selado a quente, muitas vezes é usado para a produção de bandejas termoformadas para alimentos.
• CPET: PET cristalino, que contém aditivos como iniciadores e nucleadores de cristalitos. Como o nome já diz, apresenta alto grau de cristalinidade; é opaco. Serve para a produção de bandejas para alimentos termicamente estáveis, inertes, leves e reaquecíveis. Pode ir do freezer ao forno sem sofrer perda de propriedades.

O PET é higroscópico, ou seja, absorve umidade: 0,03%. Normalmente a resina tem de ser desumificada antes de ser transformada, devendo conter não mais do que 0,01% de água. Logo, desumificadores devem ser um equipamento de grande demanda nos transformadores de PET.
As injetoras e extrusoras para PET devem ter sistemas de aquecimento suficientemente potentes para fundir a resina (250-260oC). O formato da rosca deve ser apropriado para a resina, em termos da evolução de seu diâmetro e do passo da rosca ao longo do seu comprimento.
Esta resina, na sua versão amorfa (APET) ou de alta cristalinidade (CPET), é muito utilizada na fabricação de bandejas termoformadas para alimentos. Espumas de PET também podem ser consideradas para esta aplicação, em função de seu baixo peso e alta resistência térmica.
A produção de fibras deve ser restrita a poucos fabricantes, em função da complexidade do equipamento.

• Anti-UV ( evita envelhecimento precoce);
• reforço com fibra de vidro;
• idem, mais modificadores de impacto para tornar a resina mais tenaz;
• idem, mais aditivos anti-chama;
• idem, mais mica;
• idem, mais resina reciclada;
• reforço com fibras longas de vidro;
• aditivos condutores de eletricidade (para que a resina barre radiações eletromagnéticas) mais fibras de carbono para reforço;
Ver também normas ASTM D3220 e D4507.
Componentes de PET para uso externo devem conter aditivos anti-raios ultravioleta. Por exemplo, absorvedores de ultravioleta do tipo benzotriazola, pois afetam muito pouco a cor do plástico, que passa a ter grande estabilidade.
A versão de alto grau de cristalinidade (CPET) contém aditivos para promover a formação de cristalitos na resina (iniciadores, agentes nucleantes).
Obviamente, corantes e pigmentos são utilizados para colorir as resinas. No caso de filmes, podem ser usados aditivos para controlar a rugosidade superficial e, conseqüentemente, o coeficiente de atrito da superfície do filme. Outros aditivos podem ser usados para controlar o grau de transparência e de reflexão superficial.

Os produtos PRISMALUX foram projetadas para atender principalmente a Diretriz Sinat n° 007 ( revisão 1) -. Diretrizes para Avaliação Técnica de Produtos - Telhas Plásticas para Telhado ( Ministério das Cidades) e diversas Normas ABNT, sendo as principais:
. ABNT NBR 13.582, de fevereiro de 1996: Telha tipo Romana: Especificações ( Dimensões e Propriedades Mecânicas e de Durabilidade);e
ABNT NBR 15310 de 30.12.200: Telhas — Terminologia, requisitos e métodos de ensaio.
São as únicas que contém dois suportes para as galgas, evitando deslocamento da telha e seu desprendimento do telhado, atendem normas ABNT quanto ao dimensional e propriedades mecânicas ( Vide certificados .
Tem exclusivo sistema Stay Down para possibilitar a fixação forçada no telhado, o objetivo é ancorar a telha de forma a não possibilitar seu desprendimento quando instalada juntas ( mais de 10 peças). Sistema projetado em Agosto de 2001 pela Prismatic vidros prismáticos de precisão, quem produzia as telhas Prismalux na época.
Essa tecnologia foi cedida pela empresa francesa Société HOLOPHANE Eclairage et Plastic, que era acionista majoritária da Prismatic até 2003.

São Injetadas com PET-G virgem, sem adição de RECICLADOS que prejudicam as suas propriedades de transparência e resistência mecânica, os reciclador não podem ser utilizados , pois, não atendem as normas vigentes no Brasil ( citadas acima). Ainda existe a OBRIGATORIEDADE de que o material seja aditivado com anti-UV para evitar o envelhecimento ( amarelamento), pois, sem este, o produto perde sua função principal e deixa de ser transparente em menos de 6 meses, sendo assim o consumidor FRAUDADO, adquirindo um produto que não atendera a sua necessidade. E o anti-chama para também atender norma ABNT 15.575 para evitar propagação de fogo e atender as solicitações para liberação de licença dos bombeiros / habite-se.

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